Minha morte nasceu quando eu nasci.
Despertou, balbuciou, cresceu comigo...
E dançamos de roda ao luar amigo
Na pequena rua em que vivi.
Jà não tem mais aquele jeito antigo
De rir e que, ai de mim, também perdi!
Mas inda agora a estou sentindo aqui,
Grave e boa, a escutar o que lhe digo:
Tu és a minha doce Prometida,
Nem sei quando serão as nossas bodas,
Se hoje mesmo... ou no fim da longa vida...
E as horas lá se vão, loucas ou tristes...
Mas é tão bom, em meio às horas todas,
Pensar em ti, saber que tu existes!
Mário Quintana
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Um comentário:
Sem palavras, esse é o gênio.
Adoro demais...
gostei de saber que você tem um gosto parecido com o meu... pode deixa que vou tá sempre aqui
beijão!
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